segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Movimentos de Comunicação do Distrito Federal se unem e criam Associação

Acompanhando as tendências, dentro da nova realidade de comunicação, de fortalecer as diversas mídias hoje no mercado, as principais Associações e Movimentos de Comunicação do DF se uniram

ao centro Sando Gianelli(ABBP) EdvaldoBrito(ASVECOM) Paulo Melo (MCB) esq EldoGomes (MPC)
e criaram o Conselho Permanente de Comunicação. Ele reúne todos os movimentos independentes e associações na categoria de mídias alternativas que “são os veículos que tem um contato mais direto com o público, adotando de forma transparente, mecanismos e critérios próprios de auto-regulamentação que sejam de conhecimento do público consumidor de informação. ” A reunião de fundação do Conselho ocorreu na noite da última quinta-feira (2/2/2017), na sede da MCB, na Asa Sul.
Um dos objetivos da união das organizações que integram o Conselho Permanente de Comunicação é buscar uma melhor qualificação dos profissionais que atuam na mídia alternativa no Distrito Federal. Uma das ações é trazer as maiores tendências seguidas pela mídia no país e no mundo. A mídia impressa, no mundo, por exemplo, mudou drasticamente e a grande maioria dos veículos seguem experiências bem-sucedidas realizadas pelo The New York Times e o The Guardian que são inspirados e acompanham de perto as empresas de mídias digitais que estão aparecendo e crescendo.
Com o trabalho conjunto das diferentes mídias alternativas, em Brasília, o conteúdo jornalístico vai chegar mais diretamente a seu público-alvo buscando alcançar jovens e adultos que moram nas cidades e periferias e que são grandes consumidores de informação com telefones celulares, mobile, desktop e tablets.
O contexto de mídia hoje mostra crescimento na produção da informação, que vai triplicar nos próximos quatro anos, segundo pesquisas de entidades mundiais de comunicação. Terá ainda mais divisão do tempo entre os meios de comunicação (constante aumento) e as redes sociais (rápido crescimento), segundo afirma Earl J. Wilkinson, diretor executivo e CEO da INMA (International News Media Association). Ele diz que “a conexão mobile vai crescer 110% em dois anos, com aumento de 33% nas conexões móveis. ” Com isso, os veículos que, agora, buscam a unificação, passarão a ser também grandes produtores de conteúdo editorial.
Messenger e WhatsApp também são serviços que estarão em alta com alto fluxo de informações.
Veja o que dizem os presidentes das entidades que integram o Conselho Permanente de Comunicação:
Associação Brasiliense de Blogueiros de Política (ABBP), Associação dos Veículos de Comunicação Comunitária do DF e Entorno (ASVECOM), Associação de Radiodifusão Comunitária do Distrito federal (ABRAÇO), Associação dos Ativistas Digitais do Distrito Federal (ASSAD), Movimento dos Produtores de Conteúdo (MPC), Movimento dos Comunicadores do Brasil (MCB), Movimento Independente de Novas Mídias (MI) e a Cooperativa de Jornais Alternativos  e Revistas de Ceilândia, Entorno e Distrito Federal (COOPJARCEDF).
Sandro Gianelli, ABBP
“O principal objetivo do Conselho Permanente de Comunicação é unir todos os movimentos independentes e associações numa categoria. A partir de agora nós passamos a ser a categoria das mídias alternativas. Por que mídias alternativas? Porque existe uma lei, hoje, no Distrito Federal que, inclusive, tem sido copiada em outros estados que determina que o poder público tanto legislativo, como executivo, tem que destinar, no mínimo, 10% de suas publicidades para essas categorias. Então, nós estamos aqui sendo representadas por todas elas: Blogueiros, sites, portais, rádios comunitárias, jornais comunitários todos reunidos em torno desta nova categoria. ”
Edvaldo Brito, ASVECOM
“O Conselho está se reunindo porque nós pensamos em melhorar a comunicação direta com o cidadão. O Jornal Comunitário, o jornal alternativo ele tem um contato mais direto com a pessoa que consome a notícia, precisa de informação que é o cidadão. Nossa intenção, primeiro é disciplinar isso, para que seja feito de uma forma produtiva, aglutinar para que as pessoas possam trabalhar melhor neste sentido e qualificar ainda mais os profissionais do setor para que possam melhor informar a população das ações do Governo, Câmara Legislativa, órgãos federais, estatais, enfim, todas as empresas ou seja, criar uma linguagem única, e própria dos jornais alternativos e comunitários. ”
Paulo Melo, MCB
“O Conselho visa unir todas as entidades que estão em Brasília e tem um serviço através de suas associações. Ao unir estas entidades nós estamos unificando os principais comunicadores do Distrito Federal e, com essa unificação, nos tornamos muito mais fortes. E dessa forma vamos promover uma série de ações para promover a comunicação além de realizar encontros, palestras, entrevistas coletivas, fórum, seminários com o objetivo de preparar os comunicadores de Brasília para uma melhor ação em torno da comunidade. ”
Eldo Gomes, MPC
“O Movimento Produtores de Conteúdo, agora, focado em sua nova fase, em qualidade e não em quantidade, se une ao conselho Permanente de Comunicação com um único objetivo: chegar aonde as novas mídias não tem condições de chegar. ”
O Conselho de Comunicação através das entidades que o integram representa cerca de 130 veículos de comunicação alternativa do Distrito Federal.
Ronaldo Martins, ABRAÇO
“Estamos junto com os blogueiros, com a ideia de criar uma entidade que represente não só os blogueiros, mas as rádios comunitárias, jornais comunitários que são o principal elo entre o Estado e a comunidade. Quero parabenizar os presidentes aqui presentes hoje para promover a unificação das mídias alternativas de Brasília. ”
Ataíde Santos, ASSAD
“A criação do conselho mostra a importância da unificação das diversas associações e veículos para o fortalecimento do segmento da comunicação. Até hoje o Brasil esteve à mercê da chamada mídia tradicional. A mídia alternativa se fortalece com a criação do Conselho, ocupa seu espaço e leva à sociedade uma melhor informação. ”
  Fonte: Blog da Malu

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Liminar suspende lei que altera competência da ADASA

Liminar suspende lei que altera competência da ADASA: A referida lei dispõe sobre a administração, a proteção e a conservação das águas subterrâneas de domínio do Distrito Federal

Foi deferido em decisão monocrática, proferida no plantão judicial, liminar  que suspende a vigência e aplicabilidade da Lei Distrital 5.764, de 22 de dezembro de 2016 conforme solicitação do governo, até que a decisão seja submetida a apreciação dos demais membros do órgão colegiado. Há poucos dias. outra decisão da mesma natureza, mas a favor dos reajustes do transporte coletivo determinado pelo governador também foi deferida, seguindo o mesmo rito, plantão e colegiado. Outra que seguiu o mesmo rito de plantão foi a que suspendeu a antiga Mesa Diretora da Câmara Legislativa.
A referida lei dispõe sobre a administração, a proteção e a conservação das águas subterrâneas de domínio do Distrito Federal.

MClnetto

ESTAMOS VIVENDO, OU NÃO, UM GOVERNO TOTALITÁRIO NO DF?



Lendo artigos e comentários das redes sociais senti a indignação das pessoas com o governo local, e a palavra totalitário foi usada muitas vezes. Num pais de analfabetos de conceitos fiquei pensando se estaríamos mesmo andando rumo ao totalitarismo, fato historicamente impossível, fora da realidade, visto que o projeto de poder do PT, que suspirava por isso, faliu e todos estamos pagando por esse sonho insano.
Mas como aprendi, com minha mãe, que a voz do povo é a voz de Deus e Deus não mente resolvi ir mais a fundo no assunto.

Vejamos, segundo a WIKPÉDIA:

O Totalitarismo é uma forma de organização do Estado, em que o poder se concentra sob o domínio de uma elite aristocrata. > Realmente temos uma elite aristocrata no poder.

O poder se concentra organizado sob a forma de partido único, montado por um pequeno grupo de pessoas. A base que forma esse partido é a grande parcela da população (ou seja, as massas), porém o poder de decisão e de deliberação fica restrito somente aos dirigentes do partido. >Apesar do estado democrático que existe no país, o poder no DF não é exercido em consonância com os demais partidos, não existe nem respeito ao legislativo e nem independência dos poderes.

No totalitarismo, alguns líderes do partido exercem funções nos altos escalões do governo; isso faz transparecer para a sociedade que o partido é o Estado. Esse fato entre a organização partidária e a administração do Estado somente se torna possível a partir do momento em que o pequeno grupo no poder acaba de forma coercitiva com as liberdades individuais e coletivas, instalando um regime de terror total contra a nação. A todo momento sentimos a coerção do estado: no afastamento e eleição da mesa Diretora, nas CPIs, no envio de leis e decretos importantes governamentais sem o debate com a comunidade (não falei sociedade organizada que é montada pelo governo), nas ações da Agefiz derrubando casas sem um programa habitacional que pudesse corrigir os próprios desmandos de governos que permitiram, incentivaram e consolidaram os núcleos habitacionais para quem vive no DF e não tinha onde morar,


Portanto, o Estado totalitário é um Estado policial, governado pela violência física e psicológica. > Este fato não é negado por ninguém que vive no DF e acompanha as notícias do que está acontecendo na política local. Como exemplo temos as derrubadas no DF em nome de um “pseudo ordenamento territorial” que tem trazido grande sofrimento e instabilidade, gerando danos físicos, morais e psíquicos aos habitantes destas regiões.

O Estado exerce uma vigilância constante e permanente sobre a vida da população. No totalitarismo, o Estado controla até a vida pessoal e familiar dos indivíduos, isto é, um caso extremo e radical de autoritarismo. Fato já comprovado com as escutas instaladas no Buriti e na CLDF.

A principal característica do totalitarismo é a utilização permanente e assídua dos meios de comunicação (televisão, rádios) para difusão da ideologia do regime totalitário. As propagandas veiculadas pelo governo visavam enaltecer o governo e exaltar o líder totalitário.  Isto nem precisamos falar, todos sabem.  

No século XX, como já elucidado, os principais exemplos de Estados totalitários foram a Alemanha nazista, a Itália fascista e a Rússia stalinista.
Em pleno século XXI, no BRASIL, estamos vivenciando, ou não, o totalitarismo no Distrito Federal? Com a palavra o eleitor.


MClnetto

Os comentários grifados são nossos.